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Ministério do esporte suspende repasse de R$150 milhões a confederações brasileiras após as olimpíad




A decisão foi tomada pelo novo ministro do esporte Leonardo Picciani, dias após ter sido convocado para a vaga de seu antecessor, Ricardo Leyser, que havia autorizado o pagamento dos R$150 milhões do edital de ajuda às confederações. Em primeiro instante, o novo ministro havia dito que não mexeria no edital e que tudo iria continuar como estava, mas no dia 1º deste mês ele determinou a sua suspensão com a seguinte explicação: “Devemos rever o plano de cotas e contratos e melhor distribuir a verba a todos”.


Esse foi o ato mais estranho e desconcertante que um ministro poderia fazer próximo a uma Olimpíada, época em que diversos atletas estão em preparação e focados em ganhar medalhas para o seu país.


Picciani tomou conhecimento do edital assim que assumiu o Ministério do esporte, no dia 12. No dia 20, quando visitou o Parque Olímpico da Barra da Tijuca, chegou a ser questionado sobre a chamada pública. Informou que, a princípio, sua intenção era mantê-la. Dias depois, entretanto, mudou de ideia.


A medida irritou muito as confederações e Ricardo Moura, diretor-executivo da confederação de desportos aquáticos. “Como estar focado numa reta final de preparação olímpica se não sei como minha confederação vai pagar suas contas daqui a alguns meses?”. Também disse: “Isso se quer foi discutido”; se referindo a suspensão.


Antonio Carlos Gomes, superintendente da CBAt, também reclamou da medida e ainda afirmou que isso vai prejudicar o projeto de preparação para as olimpíadas de Tókio, que ocorrem em 2020. “É muito preocupante. Começamos a desenhar o projeto pós-olimpíada e queremos no próximo ciclo um plano fechado para quatro anos”.


O Ministério do Esporte não deu nenhuma nota de declaração sobre o fato e segue com o planejado, não conversando com as confederações e muito menos com a imprensa.


Compartilhamos a frustração por fazer parte de de um país cuja população trabalha 4 meses do ano para pagar altos impostos que não são repassados aos setores básicos, como o do esporte. Ainda mais em época de olimpíada, um evento tão decisivo para o esporte brasileiro.




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